Boba eu, de sempre me colocar em segundo lugar nas coisas, primeiro vem as outras pessoas, claro, e depois eu. Penso em cada palavra que irei dizer antes de deixá-las saírem pela minha boca, com medo de machucar as pessoas que vão ouvi-las. Mas a verdade é que ninguém, simplesmente ninguém, faz o mesmo que eu e, dizem qualquer coisa e me machucam profundamente sem ao menos perceber. Mal sabem elas que palavras doem tanto quando uma facada, por exemplo.Elas são capazes de nos machucar tanto que somos capazes de nos afastar das pessoas, além do que uma vez dita elas nunca mais sairão da sua mente. (…) Queria tanto aprender a dar valor em mim mesma, pensar em mim primeiro, querer a minha própria felicidade do que a felicidade alheia. É como se isso fosse algum tipo de “peso” dentro de mim, mas que eu não consigo tirar, isso machuca, Incomoda, mas não sai, de nenhum jeito. O problema é que eu me obrigo a suportar isso, pois não sei de um jeito para solucionar. Me sinto diferente dos outros, pois todo mundo pensa em si primeiro do que todo mundo, menos eu. Tenho bobeiras, como por exemplo, ver se aquela pessoa que é importante para mim, está respirando no meio da noite.Sinto-me estranha no meio da sociedade, talvez ingênua demais ou maliciosa demais, madura demais ou criança demais… Sinto como eu fosse diferente, como se eu fosse uma “alienígena”, porquê as pessoas nunca entendem meu lado de ver as coisas, e as vezes, nem eu mesma entendo. Tudo é diferente na minha cabeça, tudo. Milhares de pessoas ao meu redor, mas me sinto só, como se fosse alguma astronauta vagando pela lua, estranho não é? Mas é assim que eu me sinto, e talvez, vai ser sempre assim. Espero que me acostume com esse meu jeito, pois não consigo mudá-lo de forma alguma, essa sou eu, e será sempre assim.
quarta-feira, 5 de dezembro de 2012
Boba eu, de sempre me colocar em segundo lugar nas coisas, primeiro vem as outras pessoas, claro, e depois eu. Penso em cada palavra que irei dizer antes de deixá-las saírem pela minha boca, com medo de machucar as pessoas que vão ouvi-las. Mas a verdade é que ninguém, simplesmente ninguém, faz o mesmo que eu e, dizem qualquer coisa e me machucam profundamente sem ao menos perceber. Mal sabem elas que palavras doem tanto quando uma facada, por exemplo.Elas são capazes de nos machucar tanto que somos capazes de nos afastar das pessoas, além do que uma vez dita elas nunca mais sairão da sua mente. (…) Queria tanto aprender a dar valor em mim mesma, pensar em mim primeiro, querer a minha própria felicidade do que a felicidade alheia. É como se isso fosse algum tipo de “peso” dentro de mim, mas que eu não consigo tirar, isso machuca, Incomoda, mas não sai, de nenhum jeito. O problema é que eu me obrigo a suportar isso, pois não sei de um jeito para solucionar. Me sinto diferente dos outros, pois todo mundo pensa em si primeiro do que todo mundo, menos eu. Tenho bobeiras, como por exemplo, ver se aquela pessoa que é importante para mim, está respirando no meio da noite.Sinto-me estranha no meio da sociedade, talvez ingênua demais ou maliciosa demais, madura demais ou criança demais… Sinto como eu fosse diferente, como se eu fosse uma “alienígena”, porquê as pessoas nunca entendem meu lado de ver as coisas, e as vezes, nem eu mesma entendo. Tudo é diferente na minha cabeça, tudo. Milhares de pessoas ao meu redor, mas me sinto só, como se fosse alguma astronauta vagando pela lua, estranho não é? Mas é assim que eu me sinto, e talvez, vai ser sempre assim. Espero que me acostume com esse meu jeito, pois não consigo mudá-lo de forma alguma, essa sou eu, e será sempre assim.
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